sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Alegria

Alegria como experiência de religiosidade é um valor que não tem preço.Esta sensação da alma, mais que qualquer outra coisa, contagia e abranda o coração dos homens.

A maioria das pessoas tem uma visão distorcida da alegria, pois a confunde com as festas frívolas e divertimentos que provocam sensações intensas, risos exagerados: enfim, satisfações puramente emocionais.
Aliás, não há nada de errado em ser jovial,bem-humorado,festivo e risonho.Sentir as emoções terrenas inclui-se entre as prerrogativas que o Criador destinou as criaturas.Vivenciar a normalidade das sensações humanas é um processo natural estabelecido pela mente celestial.
Talvez as religiões fundamentalistas tenham mesclado ideias contidas nas palavras alegria e tentação.Na realidade, o Mestre ensinava a seus seguidores que vivessem com alegria."Eu vos digo isso para que a minha alegria esteja em vós",diz Jesus, "e vossa alegria seja plena".
A verdadeira alegria está associada à entrega total da criatura nas mãos da Divindade, ou mesmo a aceitação de que a Inteligência Celestial a tudo provê e socorre.
É a confiança integral em que tudo está justo e certo e a convicção ilimitada dos desígnios infalíveis da Providência Divina.
A palavra aleluia tem origem no hebreu "hallelu-yah" e significa "louvai com júbilo o Senhor".Tem sido usada como cântico de alegria ou de ação de graças pela liturgia de muitas religiões a fim de glorificar a Deus.A designação "sábado de aleluia", utilizada pela igreja católica, tem como fundamento a exaltação à alegria, visto que nesse dia se comemora o reaparecimento de Jesus Cristo depois da crucificação.
Viver em estado de alegria é estar plenamente sintonizado com nossa paternidade divina, através de mensagens silenciosas e sábias que a Vida endereça.
A "entrega a Deus" é a base de toda a felicidade. No entanto, o problema reside em algumas religiões que recomendam a "entrega" não a Deus, mas a mandatários ou representantes "divinos", ou mesmo a congregações Doutrinárias que impõe obediência e subordinação a seus diretores.
Condutas semelhantes acontecem em seitas ou em grupos dissidentes de uma religião, em que há uma entrega incondicional dos adeptos ao líder religioso que resulta, inicialmente,numa suposta sensação de alegria e satisfação.
Na realidade, quando existe subordinação na nossa "entrega a Deus" ela não pode ser considerada real, pois, mais cedo ou mais tarde, a criatura vai notar que está encarcerada intimamente e que lhe falta a verdadeira comunhão com o Criador.
Viver em "estado de Graça" ou em "comunhão com Deus"
é estar perfeitamente harmonizados com a nossa natureza espiritual. É a alegria de repetir com Jesus Cristo: "eu estou no Pai e o pai está em mim".
A felicidade é um trabalho interior que quase nunca depende de forças externas.Deus representa a base da alegria de viver, pois a felicidade provém da habilidade de percebermos as "verdadeiras intenções" da ação divina que habita em nós e do discernimento de que tudo o que existe no Universo tem sua razão de ser.
O homem carrega na sua consciência a lei de Deus, afirmam os espíritos Superiores a Allan Kardec." A lei natural é a lei de Deus e a única verdadeira para a felicidade do homem.Ela lhe indica o que deve fazer e o que não deve fazer, e ele não é infeliz senão quando se afasta dela".
Alegria como experiência de religiosidade é um valor que não tem preço.Essa sensação da alma,mais do que qualquer coisa, contagia e abranda o coração dos homens.
"Ninguém fica feliz por decreto"; sente imensa satisfação apenas quem está iluminado pela chama celeste.Rejubila-se realmente aquele que se identificou com a Divindade e descobriu que " a lei natural é a lei de Deus- a única verdadeira para a felicidade do homem.
A alegria espontânea realça a beleza e a naturalidade dos comportamentos humanos.Cultivar o reino espiritual em nós facilita nos a aprendizagem de que a alegria real não é determinada por fatos ou forças externas, mas encontra no silêncio da própria alma, onde a inspiração divina vibra incessantemente.
Fonte:Os prazeres da Alma
pelo espírito HAMMED
psicografia Francisco do Espírito Santo Neto

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

ESPANTADA COM A MALDADE NO AR...

Desde que me conheço por pessoa, tenho visto muitas coisas.
Tenho sofrido vários tipos de acusações e julgamentos.
O que leva um ser-humano a julgar o outro?
O que leva alguém se achar melhor do que o outro?
O que faz termos prazer em falar da vida alheia?
FALAR de modo "pejorativo".
Por que poderíamos usar nossa língua de maneira prazeroza, sadia e gostosa...
Mas alguns dão preferência a MALDIZER.
No meu íntimo imagino que seja alguma pessoa INCOMPLETA que prefere falar .
Incompleta no sentido de FELICIDADE.
No sentido de REALIZAÇÃO PESSOAL.
Por que quem está satisfeito com sua vida, preocupado no seu CRESCIMENTO INTERIOR não perderá tempo falando dos outros.
Não perderá noites de sono vigiando a casa alheia...
Não perderá tempo imaginando o que está acontecendo ao lado da sua casa.
Pois o que acontece em nosso lar pertence somente a nós e à mais ninguém.
Sou da seguinte opinião:
se meu amigo quiser me contar alguma coisa:ótimo,
fico feliz por isso.
Se meu amigo deseja guardar segredo sobre o acontecido é um direito dele.
Mas eu não pergunto.
Isso é curiosidade e fere a privacidade dos outros.
Como existem coisas que nunca devem ser ditas,tem outras que nunca devem ser feitas, algumas não devem ser acalentadas por nós.
Esse hábito não nos leva a lugar nenhum, como o de se lamentar.