sexta-feira, 24 de abril de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
HÁ MUITAS MORADAS NA CASA DE MEU PAI
A morada não é alguma coisa que colocaram lá fora , para que você transitasse livremente.A morada foi e é constituída por tudo que é significativo à alma em transição.
Entende-se morada como lugar, como espaço habitável, uma casa, um lar. A palavra ética indica a morada do ser, lugar em que o ser existe.
O ser pode escolher e realizar-se,não se esquecendo da sua condição de ser coexistente,isto é, da sua necessidade de convivência e de outro ser, para que a morada se faça realmente.
è certo que existem outros mundos habitados. O Espiritismo deixa claro, por meio da codificação kardequiana, uma infinidade de ensinamentos, conhecimentos que alargam as possibilidades da alma e descrevem não só preceitos morais, existenciais e interpessoais, como também a organização do mundo espiritual.
Morada Interior
O mundo espiritual mão é algum lugar que se dá no interior de uma dimensão qualquer. O mundo espiritual é a condição que nós, seres humanos, carregamos como dádiva, como herança do cosmo, em face de nossa estrutura, que hoje se encontra revestida de uma matéria própria, a qual nos faz transitar pelo planeta Terra. O que temos, como resultado dessa mescla, é o ser inteiro, uma morada de desafios, de oportunidades, de possibilidades,de oportunidades, sempre á mostra.
Estando o ser completo e consciente da sua união espiritual e material, qualquer ambiente passa a ser sua morada, pois não importa se é uma casa, se é um jardim ou um deserto; a morada não é alguma coisa que colocaram lá fora, para que você transitasse livremente. A morada foi e é constituída por tudo o que é significativo á alma em transição: dos pequenos gestos, dos pequenos olhares, das mãos que tocam cada unidade do mundo, dos sentidos que captam manifestações, da intuição que compreende o não-palpável,mas vivido.
E a sua morada?
Dentro dessa teia organizada por você, onde é mesmo que fica a sua morada?
Não se esqueça, não é um pedaço de terra que a constitui,nem mesmo algum lugar que se assemelha ao paraíso: são as suas ações, suas escolhas,suas aspirações, seu ambiente vivencial, sua família, seus amigos, sua profissão,,sua crença em algo maior. Tudo o que forma você,forma a sua morada e forma o seu ser.
Precisa mesmo ir embora da Terra para se definir como ser espiritual? Por que não juntar alma e corpo, mundano e profano, diferenças e diferentes, conflito, conflito e razão, sentimentos e emoções, pensamento e fluidez, natureza e homem, terra e céu, o cosmos e você! Linda paisagem, linda morada...extensa e diversa.
transcrito da Revista Cristã de Espiritismo
Fernanda Leite Bilão
Entende-se morada como lugar, como espaço habitável, uma casa, um lar. A palavra ética indica a morada do ser, lugar em que o ser existe.
O ser pode escolher e realizar-se,não se esquecendo da sua condição de ser coexistente,isto é, da sua necessidade de convivência e de outro ser, para que a morada se faça realmente.
è certo que existem outros mundos habitados. O Espiritismo deixa claro, por meio da codificação kardequiana, uma infinidade de ensinamentos, conhecimentos que alargam as possibilidades da alma e descrevem não só preceitos morais, existenciais e interpessoais, como também a organização do mundo espiritual.
Morada Interior
O mundo espiritual mão é algum lugar que se dá no interior de uma dimensão qualquer. O mundo espiritual é a condição que nós, seres humanos, carregamos como dádiva, como herança do cosmo, em face de nossa estrutura, que hoje se encontra revestida de uma matéria própria, a qual nos faz transitar pelo planeta Terra. O que temos, como resultado dessa mescla, é o ser inteiro, uma morada de desafios, de oportunidades, de possibilidades,de oportunidades, sempre á mostra.
Estando o ser completo e consciente da sua união espiritual e material, qualquer ambiente passa a ser sua morada, pois não importa se é uma casa, se é um jardim ou um deserto; a morada não é alguma coisa que colocaram lá fora, para que você transitasse livremente. A morada foi e é constituída por tudo o que é significativo á alma em transição: dos pequenos gestos, dos pequenos olhares, das mãos que tocam cada unidade do mundo, dos sentidos que captam manifestações, da intuição que compreende o não-palpável,mas vivido.
E a sua morada?
Dentro dessa teia organizada por você, onde é mesmo que fica a sua morada?
Não se esqueça, não é um pedaço de terra que a constitui,nem mesmo algum lugar que se assemelha ao paraíso: são as suas ações, suas escolhas,suas aspirações, seu ambiente vivencial, sua família, seus amigos, sua profissão,,sua crença em algo maior. Tudo o que forma você,forma a sua morada e forma o seu ser.
Precisa mesmo ir embora da Terra para se definir como ser espiritual? Por que não juntar alma e corpo, mundano e profano, diferenças e diferentes, conflito, conflito e razão, sentimentos e emoções, pensamento e fluidez, natureza e homem, terra e céu, o cosmos e você! Linda paisagem, linda morada...extensa e diversa.
transcrito da Revista Cristã de Espiritismo
Fernanda Leite Bilão
sexta-feira, 17 de abril de 2015
A MORTE DE CADA DIA
"O que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?"
Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas á ausência de vida e isso é um erro.Existem outros tipos de morte e, neste sentido, precisamos morrer todos os dias!
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente; não existe embrião sem a morte do óvulo e do espermatozóide; não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio ! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo .É a fronteira entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário,mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer provas.
Quer assumir um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento; ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços,projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo o processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior. E qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo,perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram,não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos inacabados,híbridos,adultos "infantilizados". Podemos até agir,ás vezes, como meninos,de tal forma que não matemos as virtudes da criança interior, que também são necessárias a nós, adultos, como brincadeira, sorriso fácil,vitalidade,criatividade,etc.
Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (líder,profissional,pai ou mãe,cidadã ou cidadão,amigo ou amiga) melhor evoluído? Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?Pense nisso e morra! Mas não se esqueça de renascer melhor ainda!
(transcrito )
REFORMA ÍNTIMA/por Fernando Guedes de Melo
Revista Cristã de Espiritismo
Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas á ausência de vida e isso é um erro.Existem outros tipos de morte e, neste sentido, precisamos morrer todos os dias!
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente; não existe embrião sem a morte do óvulo e do espermatozóide; não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio ! A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo .É a fronteira entre o passado e o futuro.
Se você quer ser um bom universitário,mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer provas.
Quer assumir um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro ou ciumento; ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços,projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo o processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior. E qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo,perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram,não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos inacabados,híbridos,adultos "infantilizados". Podemos até agir,ás vezes, como meninos,de tal forma que não matemos as virtudes da criança interior, que também são necessárias a nós, adultos, como brincadeira, sorriso fácil,vitalidade,criatividade,etc.
Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (líder,profissional,pai ou mãe,cidadã ou cidadão,amigo ou amiga) melhor evoluído? Então, o que você precisa matar em si ainda hoje para que nasça o ser que você tanto deseja ser?Pense nisso e morra! Mas não se esqueça de renascer melhor ainda!
(transcrito )
REFORMA ÍNTIMA/por Fernando Guedes de Melo
Revista Cristã de Espiritismo
domingo, 5 de abril de 2015
PENAS TEMPORAIS
Humberto de Campos, notável escritor brasileiro, desencarnado em 1934,descreve sob o pseudônimo "Irmão X",em obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier (1910-2002),lamentável episódio ocorrido, no ano de 177 da Era Cristã, na cidade de Lyon, situada em antiga província romana da Gália, em que "mais de mil pessoas, ávidas de crueldade",cooperaram com sinistro plano de levar á arena "largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas", as quais, no fim de soberbo espetáculo,encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria". Finalizando a viva narrativa, Humberto de Campos arremata:
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento...Entretanto a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis,que, em diversas posições de idade física,se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961,na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.
Esses dois impactantes eventos, ocorridos em lugares tão distantes um do outro, no espaço e no tempo, nos fazem refletir sobre as causas das provas experimentadas pelos Espíritos no estado de encarnados, também chamadas "penas temporais".Da choupana ao palácio,ninguém,ninguém está livre dos sofrimentos inerentes ao estado evolutivo da Terra, orbe de provas e expiações,onde cabe a todos cumprir sua parte na obra da criação e onde a indefectível justiça divina se faz por intermédio da lei de causa e efeito.
Os sofrimentos podem ser de natureza física e/ou moral e atingem indiferentemente os espíritos encarnados. Os desencarnados, porém,por estarem desprovidos do corpo material, sofrem apenas dores morais,muito embora tais padecimentos sejam, muitas vezes, superlativamente mais pungentes do que os experimentados pelos chamados "vivos".Já os "mortos" nessas condições, ainda inscientes de seu de seu desenlace, experimentam tais aflições como se ainda estivessem na carne.
Os sofrimentos que atingem os Espíritos em estágio na vida material geralmente decorrem da expiação de erros praticados em encarnações anteriores,expiação essa que, via de regra, é escolhida livremente por eles próprios antes de retornarem ao corpo físico.
Parte de trecho extraído do "Reformador",mês de dezembro/2012, de autoria de Chistiano Torchi.
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento...Entretanto a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis,que, em diversas posições de idade física,se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961,na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.
Esses dois impactantes eventos, ocorridos em lugares tão distantes um do outro, no espaço e no tempo, nos fazem refletir sobre as causas das provas experimentadas pelos Espíritos no estado de encarnados, também chamadas "penas temporais".Da choupana ao palácio,ninguém,ninguém está livre dos sofrimentos inerentes ao estado evolutivo da Terra, orbe de provas e expiações,onde cabe a todos cumprir sua parte na obra da criação e onde a indefectível justiça divina se faz por intermédio da lei de causa e efeito.
Os sofrimentos podem ser de natureza física e/ou moral e atingem indiferentemente os espíritos encarnados. Os desencarnados, porém,por estarem desprovidos do corpo material, sofrem apenas dores morais,muito embora tais padecimentos sejam, muitas vezes, superlativamente mais pungentes do que os experimentados pelos chamados "vivos".Já os "mortos" nessas condições, ainda inscientes de seu de seu desenlace, experimentam tais aflições como se ainda estivessem na carne.
Os sofrimentos que atingem os Espíritos em estágio na vida material geralmente decorrem da expiação de erros praticados em encarnações anteriores,expiação essa que, via de regra, é escolhida livremente por eles próprios antes de retornarem ao corpo físico.
Parte de trecho extraído do "Reformador",mês de dezembro/2012, de autoria de Chistiano Torchi.
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