Humberto de Campos, notável escritor brasileiro, desencarnado em 1934,descreve sob o pseudônimo "Irmão X",em obra psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier (1910-2002),lamentável episódio ocorrido, no ano de 177 da Era Cristã, na cidade de Lyon, situada em antiga província romana da Gália, em que "mais de mil pessoas, ávidas de crueldade",cooperaram com sinistro plano de levar á arena "largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas", as quais, no fim de soberbo espetáculo,encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria". Finalizando a viva narrativa, Humberto de Campos arremata:
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento...Entretanto a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis,que, em diversas posições de idade física,se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961,na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.
Esses dois impactantes eventos, ocorridos em lugares tão distantes um do outro, no espaço e no tempo, nos fazem refletir sobre as causas das provas experimentadas pelos Espíritos no estado de encarnados, também chamadas "penas temporais".Da choupana ao palácio,ninguém,ninguém está livre dos sofrimentos inerentes ao estado evolutivo da Terra, orbe de provas e expiações,onde cabe a todos cumprir sua parte na obra da criação e onde a indefectível justiça divina se faz por intermédio da lei de causa e efeito.
Os sofrimentos podem ser de natureza física e/ou moral e atingem indiferentemente os espíritos encarnados. Os desencarnados, porém,por estarem desprovidos do corpo material, sofrem apenas dores morais,muito embora tais padecimentos sejam, muitas vezes, superlativamente mais pungentes do que os experimentados pelos chamados "vivos".Já os "mortos" nessas condições, ainda inscientes de seu de seu desenlace, experimentam tais aflições como se ainda estivessem na carne.
Os sofrimentos que atingem os Espíritos em estágio na vida material geralmente decorrem da expiação de erros praticados em encarnações anteriores,expiação essa que, via de regra, é escolhida livremente por eles próprios antes de retornarem ao corpo físico.
Parte de trecho extraído do "Reformador",mês de dezembro/2012, de autoria de Chistiano Torchi.
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento...Entretanto a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis,que, em diversas posições de idade física,se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961,na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.
Esses dois impactantes eventos, ocorridos em lugares tão distantes um do outro, no espaço e no tempo, nos fazem refletir sobre as causas das provas experimentadas pelos Espíritos no estado de encarnados, também chamadas "penas temporais".Da choupana ao palácio,ninguém,ninguém está livre dos sofrimentos inerentes ao estado evolutivo da Terra, orbe de provas e expiações,onde cabe a todos cumprir sua parte na obra da criação e onde a indefectível justiça divina se faz por intermédio da lei de causa e efeito.
Os sofrimentos podem ser de natureza física e/ou moral e atingem indiferentemente os espíritos encarnados. Os desencarnados, porém,por estarem desprovidos do corpo material, sofrem apenas dores morais,muito embora tais padecimentos sejam, muitas vezes, superlativamente mais pungentes do que os experimentados pelos chamados "vivos".Já os "mortos" nessas condições, ainda inscientes de seu de seu desenlace, experimentam tais aflições como se ainda estivessem na carne.
Os sofrimentos que atingem os Espíritos em estágio na vida material geralmente decorrem da expiação de erros praticados em encarnações anteriores,expiação essa que, via de regra, é escolhida livremente por eles próprios antes de retornarem ao corpo físico.
Parte de trecho extraído do "Reformador",mês de dezembro/2012, de autoria de Chistiano Torchi.
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