quinta-feira, 16 de outubro de 2014

CARTA AOS PAIS

Um filho enviou esta carta, que serve para meditação de todos os pais...
Não me dê tudo o que eu peço.Ás vezes,meus pedidos são apenas um teste, para ver até onde posso chegar.
Não grite comigo.Eu o respeito menos, quando isso acontece.E aprendo a gritar também.
Não me dê ordens a todo  o momento. Se em vez de mandar, externasse seus desejos através de pedidos, eu o faria mais rapidamente e com gosto.
Cumpra as promessas feitas, boas ou más. Se me promete um prêmio, deve dá-lo, assim como um castigo.
Não me compare a ninguém, especialmente com meus irmãos. Se  me coloca acima deles, alguém vai sofrer. Se fico abaixo, eu sofro.
Não mude de opinião a cada momento sobre o que deve fazer. Pense antes, mantendo a decisão.
Deixa que eu faça, acetando ou errando. Se fizer para mim, serei um eterno dependente.
Nunca conte uma mentira, nem peça que eu minta.Isso fará com que eu perca a confiança em tudo o que afirma.
Quando se enganar em alguma coisa, admita francamente.
Isso não o diminuirá aos meus olhos, pelo contrário, o fará crescer e eu aprenderei a assumir minhas faltas.
Quando souber de algum problema meu, não diga que é bobagem, que o tempo corrige, ou não tem tempo a perder. Eu preciso ser compreendido e ajudado.
Trate-me com a mesma amizade e cordialidade com que trata seus amigos. Por pertencermos á mesma família, não significa que não possamos ser amigos também.
Nunca me ordene fazer coisas que você mesmo não faz.Eu aprendo a fazer sempre o que você faz e o que diz.
Ensina-me a conhecer e amar a Deus.Não acredite que os evangelizadores possam fazer isso em seu lugar.Tudo o que me ensinaram a respeito de Deus, nunca entrará em meu coração se você também não conhece e não ama a Deus.

Autor Desconhecido

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

COMERAM A MAÇÃ

Qualquer pessoa medianamente informada sabe que o pecado cometido por Adão e Eva não foi de ordem sexual.
Não há maçã no texto Bíblico.
O casal provou, indevidamente, o fruto da árvore da ciência do bem e do mal.
Poderiam atá "transar" no paraíso, desde que  jamais ousassem buscar o conhecimento.
Se apreciarmos o Gênesis em seu sentido literal,concluiremos que Deus privilegia a ignorância.
Imaginemos um pai, ordenando ao seu filho:
- Enquanto permaneceres bronco e analfabeto terás tudo em minha casa. Atreve-te a exercitar os miolos e imediatamente te expulsarei!
Coisa de troglodita!
Não obstante, o texto bíblico faz sentido  quando  o situamos por sugestiva alegoria.
Como foi demonstrado por Darwin,o Homem é fruto da evolução dos seres vivos, em lenta progressão, a estender-se ao longo de milhões de anos, atingiram a complexidade necessária para ensaiar o pensamento.
Enquanto espécie inferior,nos domínios da irracionalidade, era orientado pelo instinto.
Permanecia integrado na Natureza.
A partir do omento em que símios antropóides desceram das árvores e experimentaram vislumbres de consciência, iniciando-se nos domínios do pensamento contínuo, começou a grande aventura humana.
Aqueles seres primitivos, até então contidos nos limites impostos pela inconsciência, ensaiavam sua própria orientação.
Exercitando o livre-arbítrio,deixavam o "paraíso" e se aventuravam pelos pomares da Vida, colhendo o conhecimento nas árvores da experiência.
Não mais meras criaturas, mas filhos de Deus, em busca de sua gloriosa destinação.

                                                                                                                 Richard Simonetti
                                                                                                richardsimonetti@uol.com.br