É muito bom vivenciar a alegria de encontrar o "tesouro escondido no campo da própria alma", isto é, reconhecer o Si mesmo, a mais profunda realidade - a "vontade de deus", que sustenta, resguarda e inspira o ser-humano.
Todos nós fomos criados pela Divina sabedoria do Universo para ser felizes, tanto no plano físico como no astral, e certamente por toda a eternidade. A alegria de viver é um atributo natural de toda a criatura humana - herança de sua filiação divina.
Na realidade, a alegria começa quando somos responsavelmente livres para ser nós mesmos; quando tomamos o leme de nossa vida nas próprias mãos e deixamos de ser escravos de algo ou de alguém. A bem da verdade, dizem os Benfeitores Espirituais: "Toda sujeição absoluta de um homem a outro homem é contrária a Deus".
Não" há homens que sejam, por natureza, destinados a ser propriedade de outros homens".Muitas pessoas acreditam que, sentindo e pensando como os outros, serão mais aceitas e amadas.Outras pensam que, comportando-se de forma despojada, submissa, débil e servil, evoluirão mais depressa.Elas ignoram que, assim procedendo, estarão perdendo contato com a própria fonte sapiencial, que promove o encontro com a "vontade de Deus". A prova disso é que Paulo de Tarso escreveu aos romanos:" E não vos conformeis com esse mundo, mas transformai-vos, renovando a vossa mente, a fim de poderdes discernir qual é a vontade de Deus.
A vontade de Deus, é que seus filhos sejam felizes!
Para alegria Ele nos criou e felicidade...nada além disso.
O que passar disso, vem do Maligno.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
NÃO JULGUEIS
(revista Cristã de Espiritismo)
"Não julgueis para que não sejais julgados"-MATEUS,7-1
Magaly Sônia Gonsales
Jesus afirmou que, assim como julgarmos o nosso próximo, também seremos julgados.
Certa vez, em uma de suas caminhadas, o Mestre se defrontou com um homem,que lhe suplicou Mestre,diga a meu irmão que reparta comigo a herança".
Mas ele respondeu-
"Homem, por que pôs a mim por juiz ou repartidor
entre vós?" (Lucas,12-13-4).
Jesus Cristo, apesar da grandiosidade de seu espírito (a despeito de ser o maior que veio á Terra), que estava em condições de exercer qualquer espécie de julgamento,não concordou em desempenhar o papel de juiz.
Por isso, nós criaturas imperfeitas e cheias de parcialidade, de paixões e de egoísmo, devemos pensar duas vezes antes de proferir qualquer julgamento sobre os atos dos nossos irmãos de jornada terrena.
A máxima "com a medida que tiveres medido hão de medir a vós" guarda o mais íntimo parentesco com a outra sentença proferida pelo Mestre "quem com o ferro fere, com o ferro será ferido".
Isto implica dizer que, no âmbito de lei de causa e efeito, seremos bitolados pelo mesmo gabarito que usarmos contra nossos irmãos no desenrolar da vida terrena.
Se o nosso juízo for unilateral quando julgarmos as atitudes e os atos do nosso próximo,como pretendermos um julgamento equitativo para com as nossas próprias ações?O nosso falso juízo, prejudicando alguém, faz com que surja a necessidade de um reajuste, uma vez que não há efeito sem causa.
O preceito proferido por Jesus não se aplica apenas aos indivíduos, mas é extensivo ás instituições, ás cidades e as nações. Sem nos determos nos resgates coletivos experimentados por diversas nações como deparamos nas páginas da História.
(revista Cristã de Espiritismo)
"Não julgueis para que não sejais julgados"-MATEUS,7-1
Magaly Sônia Gonsales
Jesus afirmou que, assim como julgarmos o nosso próximo, também seremos julgados.
Certa vez, em uma de suas caminhadas, o Mestre se defrontou com um homem,que lhe suplicou Mestre,diga a meu irmão que reparta comigo a herança".
Mas ele respondeu-
"Homem, por que pôs a mim por juiz ou repartidor
entre vós?" (Lucas,12-13-4).
Jesus Cristo, apesar da grandiosidade de seu espírito (a despeito de ser o maior que veio á Terra), que estava em condições de exercer qualquer espécie de julgamento,não concordou em desempenhar o papel de juiz.
Por isso, nós criaturas imperfeitas e cheias de parcialidade, de paixões e de egoísmo, devemos pensar duas vezes antes de proferir qualquer julgamento sobre os atos dos nossos irmãos de jornada terrena.
A máxima "com a medida que tiveres medido hão de medir a vós" guarda o mais íntimo parentesco com a outra sentença proferida pelo Mestre "quem com o ferro fere, com o ferro será ferido".
Isto implica dizer que, no âmbito de lei de causa e efeito, seremos bitolados pelo mesmo gabarito que usarmos contra nossos irmãos no desenrolar da vida terrena.
Se o nosso juízo for unilateral quando julgarmos as atitudes e os atos do nosso próximo,como pretendermos um julgamento equitativo para com as nossas próprias ações?O nosso falso juízo, prejudicando alguém, faz com que surja a necessidade de um reajuste, uma vez que não há efeito sem causa.
O preceito proferido por Jesus não se aplica apenas aos indivíduos, mas é extensivo ás instituições, ás cidades e as nações. Sem nos determos nos resgates coletivos experimentados por diversas nações como deparamos nas páginas da História.
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